Quarta-feira, 2 de Abril de 2008

Imprensa

Antes de mais, o operário deve negar decididamente qualquer solidariedade com o jornal burguês. Deveria recorda-se sempre, sempre, sempre, que o jornal burguês (qualquer que seja sua cor) é um instrumento de luta movido por idéias e interesses que estão em contraste com os seus. Tudo o que se publica é constantemente influenciado por uma idéia: servir a classe dominante, o que se traduz sem dúvida num fato: combater a classe trabalhadora. E, de fato, da primeira à última linha, o jornal burguês sente e revela esta preocupação.

Antonio Gramsci
in Os Jornais e os Operários

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Segunda-feira, 17 de Março de 2008

24 Março: vamos salvar o SNS

No dia 24 de Março estaremos em frente ao centro de saúde de Felgueiras a recolher assinaturas para salvar o SNS. Aparece!
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Sábado, 13 de Janeiro de 2007

Participa no Debate:



DESPENALIZAÇÃO DO

ABORTO


DEBATE COM:

Alda Macedo
Professora. Deputada do Bloco de Esquerda pelo Porto na Assembleia da República

Cecília Costa
Psicóloga. Movimento Médicos pela Escolha

Flor Nunes
Antropóloga. Membro da Mesa Nacional do Bloco de Esquerda

Margarida Vilarinho
Professora. Movimento Cidadania e Responsabilidade pelo Sim

Pedro Machado

Estudante. Membro do Secretariado do Bloco de Esquerda de Felgueiras


20 de Janeiro 15h00
C A F É J A R D I M


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Domingo: Tod@s a Aveiro



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Quarta-feira, 10 de Janeiro de 2007

DOMINGO: MOBILIZAÇÃO NACIONAL PARA AVEIRO

DOMINGO: MOBILIZAÇÃO NACIONAL PARA AVEIRO
      A primeira grande acção da campanha pelo Sim requer a mobilização de tod@s @s bloquistas. 
      É uma Assembleia dos Movimentos SIM, no Centro de Congressos de Aveiro: Domingo, 14 Janeiro, 15h.
      Será uma iniciativa com intervenções de todos os movimentos e momentos musicais. No final será lido um apelo ao voto no dia 11/02, subscrito por todos os movimentos.
      O Centro de Congressos tem capacidade para 800 pessoas sentadas.
      A participação de todas e todos é importante para o sucesso da iniciativa.
 
Haverá autocarros directos, a preços económicos.
- Lisboa: Partida 12h - Alameda Afonso Henriques (lado Fte Luminosa). Regresso às 18:30h. Contactos: 96 982 63 71; 21 351 05 10
- Porto: Partida 13:30h - Igreja de Cedofeita. Regresso às 18:30h. Contacto: 96 945 77 23; 22 200 28 51
- Coimbra: Partida 13:45h Praça da República. Contacto: 93 414 74 56
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Sexta-feira, 29 de Dezembro de 2006

BeFelgueiras - Apreciação de mandato

A apreciação que o Secretariado do Núcleo de Felgueiras do Bloco de Esquerda faz da acção do primeiro ano de mandato do executivo baseia-se na percepção que resulta do seu próprio trabalho junto da população e da sua presença – sistemática – nas Assembleias Municipais.

    

Assim a acção do executivo peca, no nosso entendimento, pela falta de uma informação clara e esclarecedora, mesmo pedagógica, junto das populações. A atitude ensimesmada, mesmo autista, que revela não prenuncia nada de bom e gera mesmo desconfianças quanto às reais intenções.

A não assumpção da continuidade entre os anteriores executivos (também liderados pela actual presidente) e o actual não é saudável e é, até, suspeita, na medida em que o último presidente da câmara (o pior gestor de que há memória, segundo a presidente) é agora uma espécie de mordomo-mor da festas em que o executivo é pródigo. Os recursos que dizem faltar num lado são esbanjados no outro.

Não se conhece uma ideia nova/projecto por parte da Câmara quanto à mobilidade física dentro do concelho (transportes colectivos, por exemplo). Não se lhe conhecem ideias/projectos para a juventude, cultura, desporto, 3ª idade, habitação social, saúde, assistência, direitos das mulheres ou minorias, gestão sustentada de recursos (água por exemplo). Parece até, que o pouco que havia (Felgueiríadas) desapareceu sem justificação plausível.

A falta de informação sobre novos projectos municipais e a recusa sistemática do esclarecimento de dúvidas (mesmo na Assembleia Municipal) permite pressupor a ausência dos primeiros e a falta de cultura e humildade democrática no segundo caso.

Foi assim, por exemplo, com as taxas municipais de direitos de passagem – ausência de discussão na implementação das taxas municipais do direito de passagem [TMDP].

Também as Grandes Opções do Plano nos pareceram mais um conjunto de intenções do que de investimentos reais.

A falta de condições (espaços físicos e mobiliário) para análise (por parte dos grupos parlamentares) de documentos que incumbem à Assembleia Municipal enquanto órgão fiscalizador da Câmara Municipal é uma das lacunas mais graves do funcionamento da Assembleia Municipal.

A composição orgânica da Assembleia compromete, de algum modo, o seu funcionamento democrático pois o facto dos presidentes de junta dependerem financeiramente da Câmara Municipal compromete toda a sua acção pois receiam prejudicar as respectivas freguesias no caso de afrontarem o executivo municipal.

Há uma total insensibilidade para questões que gostaríamos de ver debatidas: o concelho e a sustentabilidade; os processos das agendas 21; os orçamentos participativos que poderiam ser implantados num primeiro momento ao nível das assembleia de freguesia, por exemplo.

Por último, que não em último, a falta de apoios ao associativismo e a iniciativas da sociedade civil demonstra um exercício do poder concentrado e discricionário, por vezes mesmo, opaco e prepotente, precisamente o oposto daquilo que entendemos dever ser um poder participado e partilhado.

 

O Secretariado do BE de Felgueiras

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Segunda-feira, 2 de Outubro de 2006

Já ouviste falar em “Bolonha”? Sabes como o “Processo de Bolonha” vai afectar o ensino superior?



Por exemplo, a maioria dos cursos vão reduzir o número de anos do diploma isto é, no geral, vais ter uma formação menor e sairás para o mundo do trabalho com o teu diploma a valer menos, passará a existir um 1º ciclo de 3 anos e um 2º ciclo com dois anos que no final serão equivalentes à nossa actual licenciatura. Só que o 2º ciclo custará bastante mais por ano que as propinas actuais, que já de si são elevadíssimas, isto porque deixa de existir financiamento público. Repara no seguinte:

Actualmente
900 Euros /Ano
Licenciatura 5 ou 4+1 anos

Com Bolonha
900 Euros/Ano + Pelo Menos 1500 Euros/Ano
Licenciatura (1ºciclo) 3 anos + Mestrado (2ºCiclo) 2 anos


Querem-nos enganar com dois mitos.
Primeiro: de que teremos a licenciatura em menos tempo.
Segundo: de que teremos um mestrado ao fim de 5 anos. Contudo, o mercado de trabalho não valorizará essa licenciatura e os empregadores só contratarão quem possuir o 2ºCiclo concluído. Assim o mestrado equivalerá em número de anos à nossa actual licenciatura. Então porquê esta alteração? Simples, o Estado reduz o seu orçamento no ensino superior responsabilizando os estudantes e suas famílias pelo financiamento quase integral do percurso académico. Na verdade, só completará os dois ciclos quem tiver capacidade económica. Já não bastam as propinas actuais que obrigaram cerca de 1500 colegas nossos a abandonar a universidade, isto sem contar com aqueles que puseram de parte o ingresso no ensino superior.

As oportunidades de emprego serão mais escassas com um diploma de 1º ciclo que não nos servirá de muito. Aliás, as ordens dos advogados, arquitectos, médicos e engenheiros já vieram a público avisar que só quem tiver os dois ciclos poderá exercer estas profissões.

Bolonha trará também um novo sistema de créditos e de métodos de avaliação que vão levar à reestruturação de cursos de uma forma leviana e a aumentar a carga de trabalho até mais de 40 horas por semana. E como irão fazer os trabalhadores-estudantes ou aqueles que dependem de part-times para o seu sustento? Como podem organizar o seu calendário? A lógica dirá que o caminho passará por abandonar a universidade. Não será descabido dizer então, que o ensino caminha para uma lógica de mercado subordinado ás directrizes das grandes empresas, cujo o objectivo é o máximo lucro, quando o ensino pelos princípios constitucionais deve ser um direito inalienável, a que todos devem ter acesso. Um ensino verdadeiramente superior e universal não é decididamente, um ensino pautado pela lógica mercantilista.


Mais informações sobre o tema no blog do AGIR.
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Sexta-feira, 22 de Setembro de 2006

PATRÕES ESPETAM O DENTE

Depois de terem exigido ao governo que entregasse aos patrões um vasto conjunto de empresas públicas, entre as quais se incluía a TAP, a ANA e a EDP, os patrões organizados no Compromisso Portugal e capitaneados pelo director de campanha de Cavaco Silva, exigem agora o despedimento de 200 mil funcionários públicos.  Leia o comunicado do Bloco de Esquerda O Compromisso Portugal, movimento de reflexão que hoje realiza a 2ª Convenção, propõe que o número de funcionários públicos seja reduzido em 200 mil, mais de um quarto dos actuais 737.774 funcionários. Os proponentes, que não fizeram nenhum estudo sobre o impacto social e os custos acrescidos para a Segurança Social, garantem que se pouparia até 5 mil milhões de euros por ano.
Os promotores António Nogueira Leite e Fernando Pacheco, autores do texto, pretendem fazer acompanhar esta vaga de despedimentos pela entrega de uma maior fatia da educação e da saúde aos privados: defendem um aumento de 12 para 25% da oferta de escolas privadas e de 23 para 35% do peso dos hospitais privados.
Entre as medidas que poderiam vir a ser adoptadas num programa de redução do número de efectivos da Administração Pública, os promotores defendem o fim do prolongamento dos contratos temporários em organismos que tenham pessoal excedentário e o preenchimento de lacunas com recursos internos.
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Segunda-feira, 18 de Setembro de 2006

ACTIVISTAS CONTRA MULTINACIONAIS

Os representantes de 300 multinacionais estão reunidos em Lisboa para discutir as estratégias de deslocalização das sedes das grandes empresas. Militantes ambientalistas do GAIA prometem contestar a acção global destas grandes empresas.  A CoreNet Global é a principal associação profissional de imobiliário empresarial, ou seja, é responsável pela localização e construção das sedes, escritórios e outros espaços das grandes empresas mundiais. Entre 17 e 19 de Setembro reunem-se em Lisboa, no Hotel Meredien, numa conferência que tem por objectivo analisar e promover as perspectivas imobiliárias de expansão europeia sobre o resto do mundo.
Os ambientalistas do  GAIA acusam muitas das multinacionais presentes nesta conferência a um conjunto de interesses que fomentam a guerra perpétua contra estados e povos em nome da luta contra o terrorismo.
Para marcar a oposição à instalação destas multinacionais e destes interesses em Portugal, o GAIA irá realizar acções de cariz criativo junto ao Hotel Meridien onde decorre a conferência. Serão também distribuídos alimentos gratuitamente aos cidadãos lisboetas, sob o lema “comida para todos, bombas para ninguém”.
O GAIA é uma organização ambientalista, plural e não hierárquica. Tem uma forte componente activista, recorrendo a acções directas, criativas e não violentas e promovendo o trabalho a partir das bases. O GAIA aborda a problemática ecológica através de uma crítica ao modelo social e económico que explora e prejudica o planeta, a sociedade e as gerações futuras. Paralelamente, procuramos criar e construir alternativas positivas para um mundo ecologicamente sustentável e socialmente justo.
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Terça-feira, 12 de Setembro de 2006

Protestos não violentos na Palestina tornaram-se espaços de testes de armas experimentais

Todas as sextas-feiras de há dois anos para cá, pessoas de diversas vilas na Palestina tem feito protestos semanais não violentos contra o Muro de Israel, que está a ser construído nas suas terras. A resposta do exército de Israel foi sempre desproporcional, mas há algumas semanas, tem tomado um rumo assustador: A cada semana que passa, os manifestantes reunem-se do um lado da construção do muro, cantando slogans e segurando bandeiras palestinianas, tentando adivinhar qual será a nova arma experimental não letal ou que nova tática brutal será utilizada neles essa semana.

Desde uma estranha tinta azul que foi atirada aos manifestantes nas últimas três semanas, até um tipo de bala de borracha que produz um choque elétrico, parece que Israel considera esses manifestantes palestinos não violentos, cobaias...e ninguém na “comunidade internacional” tem feito alguma coisa para Pará-los. O governo norte-americano, ao invés de pressionar o governo israelita para parar de testar essas armas em manifestantes, respondeu com uma diretriz a cidadãos norte-americanos para que fiquem fora das áreas palestinianas – tendo consciência do que está a acontecer, o governo simplesmente escolheu não fazer nada.

Israel, por sua vez, tem impedido qualquer pessoa de entrar na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, e tem, nos últimos três meses implementado uma política de negar a entrada de quase todos os estrangeiros na Palestina – um território composto por duas áreas separadas, cujas fronteiras são controladas por Israel. Veja: 1 | 2 | 3 | 4 | 5.  

in Indymedia.org


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